Pois então, derrapei. Na terça-feira, me acabei no sushi com
a minha tia, (mas passei na academia pela manhã) e ontem, quarta-feira, tive um
treinamento em São Paulo onde me descompensei inteiro. Acordei cedo demais,
comi bobagem demais e me achei um gato por causa disso. Fiquei me remoendo de
ódio até meados da tarde, quando parei, fui até o banheiro e me encarei no
espelho: Foi um caso isolado, PH. Sossega!
Quando entramos na paranoia midiática do corpo perfeito,
imaginamos um pacote completo: motivação + fotos lindas + calças que servem sem
precisar passar óleo vegetal para elas atravessarem a região do culote.
Imaginamos levantar lindos, de dentes brancos, com acessórios perfeitos e mil
pessoas nos ajudando a fazer tudo. É; daí a gente acorda.
Na real, quando se tem que administrar uma vida profissional
corrida e atividades que acontecem sem programação, a calma e raciocínio são os
melhores amigos que se pode ter. Um dia não acaba com dieta de ninguém, uma
escapada do treino não irá ferrar uma semana de regularidade e, além disso, no
final, tudo sempre dá certo.
Hoje vou assistir um filme, jantar um iogurte e realmente
descansar sem precisar correr atucanado. Bom senso para todos os casos é a
melhor balança para um objetivo fixo. Estou em um estado de sinapse tão
retardado, que mal consigo organizar as palavras e redigir um bom texto.
Humano, afinal de contas.
Mas em pé, amanhã, às 5h40.
Beijo grande,

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